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sábado, 24 de junho de 2017

"A FÓRMULA DE DEUS"

Uma vez mais um livro de José Rodrigues dos Santos que não me convenceu... admiro-o muito como jornalista, acho que tem uma conduta impecável e uma carreira fantástica, mas como escritor não me consegue convencer a 100%.
O livro tem partes muito maçadoras e acredito que só um verdadeiro apreciador de Física é que pode apreciar esta leitura e compreender certas partes da narrativa.
Confesso que saltei muitas páginas para dar andamento à leitura e que o final não me agradou... sinceramente foi um livro que não me prendeu nem me conseguiu entusiasmar.

Nas escadarias do Museu Egípcio em pleno Cairo, Tomás Noronha é abordado por uma desconhecida. Chama-se Ariana Pakravan, é iraniana e traz consigo a cópia de um documento inédito, um velho manuscrito com um estranho título e um poema enigmático. 
O inesperado encontro lança Tomás numa empolgante aventura, colocando-o na rota da crise nuclear com o Irão e da mais importante descoberta jamais efectuada por Albert Einstein, um achado que o conduz ao maior de todos os mistérios: a prova científica da existência de Deus. 
Uma história de amor, uma intriga de traição, uma perseguição implacável, uma busca espiritual que nos leva à mais espantosa revelação mística de todos os tempos. 
Baseada nas últimas e mais avançadas descobertas científicas nos campos da física, da cosmologia e da matemática, A Fórmula de Deus transporta-nos numa surpreendente viagem até às origens do tempo, à essência do universo e o sentido da vida.
Notas sobre o autor:
José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 em Moçambique. É sobretudo conhecido pelo seu trabalho como jornalista, carreira que abraçou em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 horas. Em 1991 passou para a apresentação do Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002. 
Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Diretor de Informação da televisão pública. É um dos mais premiados jornalistas portugueses, galardoado com dois prémios do Clube Português de Imprensa e três da CNN, entre outros.

domingo, 11 de junho de 2017

"A ÁRVORE DOS SEGREDOS"

Esta autora escreve daqueles tipos de livros a que eu chamo "leituras de praia", pois são histórias leves, fáceis de entender, cheias de momentos de humor e onde se enredam várias emoções e sentimentos tais como amor, ciúme, inveja, medo, insegurança, etc.
Esta história retrata a vida de uma pequena localidade, onde todos se conhecem e se recordam do passado de cada um, e como o regresso de alguns filhos da terra e a organização de uma festa vão fazer com que sejam desenterrados segredos antigos e misteriosos!!!
Sarah Addison Allen dá-nos as boas-vindas a uma nova povoação: Walls of Water, na Carolina do Norte, onde os segredos são mais espessos do que o nevoeiro das famosas quedas-dágua da cidade, e as superstições são, de facto, reais.
Willa Jackson vem de uma antiga família que ficou arruinada gerações antes. A mansão Blue Ridge Madam, construída pelo bisavô de Willa durante a época áurea de Walls of Water, e outrora a mais grandiosa casa da cidade, foi durante anos um monumento solitário à infelicidade e ao escândalo. Mas Willa soube há pouco que uma antiga colega de escola a elegante Paxton Osgood - da abastada família Osgood, restaurou a Blue Ridge Madam e a devolveu à sua antiga glória, tencionando transformá-la numa elegante pousada. Talvez, por fim, o passado possa ser deixado para trás enquanto algo novo e maravilhoso se ergue das suas cinzas. Mas o que se ergue, afinal, é um esqueleto, encontrado sob o solitário pessegueiro da propriedade, que com certeza irá fazer surgir coisas terríveis.
Pois os ossos, pertencentes ao carismático vendedor ambulante Tucker Devlin, que exerceu os seus encantos sombrios em Walls of Water setenta e cinco anos antes, não são tudo o que está escondido longe da vista e do coração. Surgem igualmente segredos há muito guardados, aparentemente anunciados por uma súbita onda de estranhos acontecimentos em toda a cidade.
Notas sobre a autora:
Sarah Addison Allen nasceu em Asheville, na Carolina do Norte. Licenciada em Literatura, a autora dedica-se actualmente ao seu terceiro romance.
Os direito de O Jardim Encantado, a sua obra de estreia foram cedidos para 15 países e só nos Estados Unidos venderam-se mais de meio milhão de exemplares. O livro foi distinguido com o prémio SIBA Novel of The Year, atribuído pela Associação de Livreiros Independentes do Sul ao melhor romance de 2008. Em Portugal, O Jardim Encantado foi igualmente um êxito, com mais de 10 mil livros vendidos. O Quarto Mágico, o seu primeiro livro, foi eleito Romance Feminino do Ano pela revista Romantic Times.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

"ESCRITO NA ÁGUA"

Tinha uma grande expectativa em relação a este livro mas revelou-se uma enorme desilusão, pois é tão confuso, tem tantas personagens, e a acção anda tantas vezes a saltar entre o passado e o presente, que muitas das vezes tive que voltar atrás várias páginas para me conseguir situar no tempo e no espaço.
Tem a favor o facto de ter capítulos pequenos mas tirando isso admito que, embora o argumento seja bastante bom, não gostei da maneira como está escrito.
É, pela certa, um livro que não recomendo...

CUIDADO COM AS ÁGUAS CALMAS. NÃO SABEMOS O QUE ESCONDEM NO FUNDO. Nel vivia obcecada com as mortes no rio. O rio que atravessava aquela vila já levara a vida a demasiadas mulheres ao longo dos tempos, incluindo, recentemente, a melhor amiga da sua filha. Desde então, Nel vivia ainda mais determinada a encontrar respostas.
Agora, é ela que aparece morta. Sem vestígios de crime, tudo aponta para que Nel se tenha suicidado no rio. Mas poucos dias antes da sua morte, ela deixara uma mensagem à irmã, Jules, num tom de voz urgente e assustado. Estaria Nel a temer pela sua vida?
Que segredos escondem aquelas águas? Para descobrir a verdade, Jules ver-se-á forçada a enfrentar recordações e medos terríveis há muito submersos naquele rio de águas calmas, que a morte da irmã vem trazer à superfície.
Um livro profundamente original e surpreendente sobre as formas devastadoras que o passado encontra para voltar a assombrar-nos no presente. Paula Hawkins confirma, de forma triunfal, a sua mestria no entendimento dos instintos humanos, numa história com tanta ou maior intensidade do que A Rapariga no Comboio.
Notas sobre a autora:
Foi jornalista na área financeira durante quinze anos, antes de se dedicar inteiramente à escrita de ficção. Nascida e criada no Zimbabué, mudou-se para Londres em 1989, onde vive atualmente. A Rapariga no Comboio é a sua primeira obra, que imediatamente se tornou um verdadeiro fenómeno mundial, com mais de 2 milhões de livros vendidos em apenas 3 meses e já em processo de adaptação ao cinema pelos estúdios Dreamworks.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

SCONES DE ABÓBORA

Mais uma receita inspirada no estilo de vida Paleo e apta para quem segue um regime "low-carb", uns scones deliciosos, que se podem consumir quentes ou frios ou, se quiserem fazer como eu, podem ser congelados para terem sempre à mão um petisco para consumir sem ficarem com pesos na consciência.
A receita é do blog Malta das Cavernas Mas em Chique, e é tão simples de confeccionar que ninguém tem desculpa para não provar esta delícia saudável...
300gr de abóbora cozida e esmagada
2 ovos
1/2 chávena de linhaça moída
1/2 chávena de farinha de coco
um fio de azeite
sal q.b.
1 colher de chá de bicarbonato de sódio

Juntar num recipiente a linhaça moída, a farinha de coco e o bicarbonato de sódio e misturar ligeiramente. De seguida juntar a abóbora e os ovos e mexer bem, apenas com uma colher. Colocar o fio de azeite e temperar com uma pitada de sal, misturando bem.
Forrar um tabuleiro com papel de forno e fazer os scones.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, durante cerca de 30 minutos.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

"OS PECADOS DA MÃE"

Mais um romance de Danielle Steel dentro do mesmo estilo a que autora já nos habituou.
A trama gira em torno de uma família grande, em que cada um dos filhos sente alguns ressentimentos e mágoas relativamente ao pouco tempo que a sua mãe passou junto deles na infância, pois sempre foi uma mulher inteiramente dedicada à empresa da família.
Com o desenrolar da trama vamos percebendo que nós, filhos, acabamos por cair nos mesmos erros que os nossos pais caíram e que tantas vezes criticamos.
A vida dá voltas engraçadas e o que pensamos nunca vir a fazer acaba por se atravessar no nosso caminho e faz-nos engolir as palavras e opiniões antes pronunciadas.

Todas as mulheres fazem escolhas. E nenhuma fez escolhas mais difíceis do que Olivia Grayson. A empresária de sucesso perdeu muito do crescimento dos seus filhos enquanto construía o seu bem-sucedido negócio, com a ajuda do marido. É uma mulher que tenta equilibrar o presente e corrigir os erros.
Em jeito de compensação pelo tempo perdido, todos os anos Olivia planeia umas férias que agradem a toda a família. Este Verão organizou uma viagem de sonho pelo Mediterrâneo, a bordo de um luxuoso iate, esperando que seja a mais memorável de todas. Deveria ser um Verão para recordar.
No entanto, como em qualquer reunião familiar, há sempre surpresas, e por mais fantástico que seja o cenário nem sempre as coisas se desenrolam como se espera.
Por ironia da vida, os filhos de Olivia vêem-se a cometer os mesmos "pecados" que durante tantos anos censuraram à mãe.
Notas sobre a autora:
Danielle Steel nasceu em Nova Iorque em 1949. Passou parte da sua infância em França, e, regressada aos Estados Unidos, estudou Literatura Francesa e Italiana na Universidade de Nova Iorque. Tem sido aclamada como uma das autoras mais populares a nível mundial, traduzida em 28 línguas e publicada em 47 países, com mais de 590 milhões de livros vendidos.
Os seus bestsellers internacionais incluem Mistérios do SulAssuntos do CoraçãoUm Dia de Cada VezGrande Mulher, entre outros títulos.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

"NA BOCA DO LOBO"

Mais um reencontro com a detective Helen Grace, que desta vez passa de acusadora a acusada.
Uma série de homicídios que vão tendo lugar durante o desenrolar da história, em que todas as vítimas de uma maneira ou de outra, num passado distante ou mais recente, tinham cruzado a vida e história da detective Helen, fazendo dela a única e principal suspeita de todos os crimes.
Uma vez mais um livro muito bem escrito, que mantém o nível de suspense em alta até às últimas páginas e que tem um final que nos deixa ansiosos para ler já de seguida o próximo livro.
Qual será o destino de Helen Grace?

UM HOMICÍDIO NUM CLUBE NOTURNO. UMA VÍTIMA ASFIXIADA ATÉ À MORTE. E O JOGO PERVERSO AINDA AGORA COMEÇOU…
Quando a detetive Helen Grace encontra a vítima no chão, presa a uma cadeira, percebe que não se trata apenas de um jogo sexual que terminou mal — as provas demonstram que o agressor dispusera dos meios para libertar o seu refém, mas decidira não o fazer. Ao remover a fita adesiva do rosto da vítima, Grace reconhece-a: trata-se de alguém com quem mantinha um relacionamento de que ninguém pode saber. Helen inicia uma autêntica caça ao assassino, ao mesmo tempo que luta por manter a sua vida privada em segredo. Contudo, as várias pistas seguidas revelam-se infrutíferas, e surge um novo homicídio. Travando uma batalha contra o tempo, Helen enfrenta uma escolha impossível: confessar os seus segredos mais obscuros e perder o controlo do caso, ou ocultar a verdade e arriscar-se a cair numa armadilha?
Notas sobre o autor:
M. J. Arlidge trabalha em televisão há 15 anos, tendo-se especializado em produções dramáticas de alta qualidade.
Nos últimos 5 anos produziu um grande número de séries criminais passadas em horário nobre na ITV, rede de televisão do Reino Unido.
Encontra-se presentemente a escrever uma série policial para a BBC, além de estar a criar novas séries para canais de televisão britânicos e americanos.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

"MENINA RICA, MENINA POBRE"

Um livro muito interessante, que me fez lembrar o estilo de escrita de Lesley Pearse.
A história é um lugar comum que já foi tema de muitas obras: duas irmãs separadas em pequenas, cujas vidas tomaram rumos completamente diferentes, com níveis de vida bem distintos, mas que no final acabam por se reencontrar e descobrir toda a verdade sobre o passado de ambas.
A narrativa transporta-nos a diferentes países e vai fazendo o paralelismo entre a vida das duas personagens principais: as irmãs Thea e Romy.
Desde a difícil vida de um orfanato na Alemanha até à vida abastada de ricos empresários, somos levados a conhecer uma série de personagens que entram sempre no momento certo e dão um contributo importante ao desenrolar da história.
Apenas acho que o momento do reencontro das duas irmãs deveria ter sido mais "rebuscado".... um livro de leitura fácil e agradável, que nos emociona em muitas das suas partes.
Thea e Romy são duas lindas bebés cujo futuro é ditado por uma moeda atirada ao ar. Separadas e vendidas na calada da noite, os seus destinos não podiam ser mais diferentes. Thea é enviada para os Estados Unidos, onde a espera uma vida de privilégio e luxo. Romy é internada num violento e degradado orfanato na Alemanha de Leste. Embora vivam em continentes diferentes, os seus caminhos vão cruzar-se ao longo dos anos, sem que nenhuma conheça a identidade da outra. Mas os seus mundos acabarão por colidir um dia. Face a uma tragédia iminente, com tudo o que lhes é mais querido em jogo, elas têm apenas duas opções: destruírem-se mutuamente ou unirem-se, arriscando as próprias vidas, para descobrir a chocante verdade sobre o seu passado.
Das vielas decadentes de Londres aos arranha-céus de Nova Iorque, das montanhas geladas da Europa de Leste às exuberantes praias das Caraíbas, duas mulheres unidas pelo poder invisível dos laços de sangue constroem as suas vidas numa luta permanente contra a arbitrariedade do acaso.
Notas sobre a autora:
Joanna Rees cresceu no Essex, em Inglaterra, e licenciou-se em Inglês e Teatro no Goldsmiths College, em Londres. Após uma sucessão de empregos bizarros, que vão desde um negócio de entrega de sandes à escrita de textos promocionais em embalagens de cereais, publicou o seu primeiro romance em 1997, sob o seu nome de solteira, Josie Lloyd. Isto permitiu-lhe conhecer o romancista Emlyn Rees, com quem escreveu vários bestsellers traduzidos para vinte e seis línguas e com quem casou e teve três filhos. A partir de 2007, voltou a escrever a solo. Menina Rica, Menina Pobre é o seu primeiro romance publicado na ASA.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

QUEIJADINHAS DE COCO E CANELA

Há sempre aqueles dias em que nos apetece algo doce para o lanche, ou para acompanhar o café depois das refeições...
Se conseguirmos arranjar uma "fórmula mágica" que nos sacie a vontade dos doces e que não prejudique o nosso peso na balança nem "envenene" a nossa saúde com quantidades de açucar desnecessárias, é uma maravilha não é?
Tomem nota desta receita fantástica, que se faz enquanto o diabo esfrega um olho. apta para regimes Paleo e Low Carb e aprovada por toda a gente!!!
Se servirem as queijadas frescas ainda é melhor.
4 ovos
250gr de quark
raspa de limão
2 colheres de sopa de mel
60gr de coco ralado
1 colher de chá de fermento
canela q.b.

No copo da Bimby colocar o queijo quark, os ovos, a raspa de limão e o mel, e programar 1 minuto, velocidade 3.
Juntar o coco e o fermento e programar 1 minuto, velocidade 2.
Preparar as forminhas (usei formas de silicone apenas passadas por água, mas se quiserem podem untar com um pouco de óleo de coco) e deitar o preparado até 3/4.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, entre 15 a 20 minutos.
Depois de frias polvilhar com canela em pó.